A UERJ VOLTOU!! PARABÉNS AOS QUE PERSEVERARAM!! CFO 2017!! ENSINO MÉDIO!!

A retomada da parceria entre a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) e a UERJ para a seleção dos futuros oficiais da corporação foi a pauta da reunião entre o reitor Ruy Garcia Marques e o diretor de ensino da PMERJ, Cel. Márcio Vaz Lima, na última quinta-feira (28/07). A proposta é formalizar um novo convênio entre as duas instituições de modo que o processo seletivo para o Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Academia de Polícia Militar Dom João VI seja restabelecido através do Vestibular Estadual 2017, coordenado pelo Departamento de Seleção Acadêmica (DSEA) da UERJ. Já na próxima segunda (1º/08) haverá uma nova reunião para discutir os termos do convênio, que irá contemplar a seleção de 70 oficiais de ambos os sexos.
Também participaram da reunião a Maj. Marcilene Silva Braga, o Maj. Leandro Vasconcellos, a 1° Ten. Pedagoga Priscila Moreira, a coordenadora acadêmica do DSEA, Gisele de Carvalho e o coordenador de informática do DSEA, Mauro Behring.
As inscrições para o segundo exame de qualificação do Vestibular Estadual 2017 começarão no dia 18 de agosto e irão até 7 de setembro. As provas serão aplicadas em 16 de outubro. Já o exame discursivo está marcado para 11 de dezembro, com inscrições entre 19 de outubro e 7 de novembro.

‪#‎UERJ‬ ‪#‎PMERJ‬ ‪#‎DSEA‬

Publicação ESTA NA FAN PAGE DA UERJ!!

CURSO PRATICAR !! A HORA É AGORA!!!

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Houve rescisão de contrato com a UERJ?

A UERJ não voltou, quem irá realizar o certame é o Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo - IBADE.

A data da assinatura do contrato é do dia 15/12/2016 para realização do CFO-2017, processo E-09/130/154/2016.

Segue o link abaixo para dúvidas em relação a informação acima.

http://static-files.folhadirigida.com.br/uploads/pm.pdf 

E ainda um dos requisitos é ser bacharel em Direito!!!

NAMORAL...É pra desmotivar qualquer um o que a pmerj anda fazendo. varias pessoas gastaram recursos pra caraca pra estudar pra essa prova pra do nada alguns filho da mae resolver sozinho mudar a lei de ingresso e exigir direito... isso ta muito errado.  cade a comunicação??? essses caras se acham deuses e danisse todo mundo?  o pior que ainda tem o apoio de tenentes formados a pouco tempo que tao nem ai se ja passaram por isso de correr a tras e estudar. uma pouca vegonha isso. nego quer saber de nada nao e que se dane. muito revoltante tentar defender a pmerj sendo assim.  agora eu entro numa faculdade de direito pra ano que vem os caras mudarem denovo?? é fogo isso. SOS comunicação.  

Pra quem quiser ajudar se inscreva na petição que sera entregue ao ministero publico para o cancelamento dessa baixaria. Vlw a todos

https://secure.avaaz.org/po/petition/Ao_Ministerio_Publico_do_Rio_d...

KKKK Realmente é a maior piada, em 2015 teve uma reunião no CICC com o CMT geral onde o mesmo disse que se o CFO fosse nível superior seria em qualquer área, agora vem com uma dessas, tem um texto do lenin pires que explica o que esta ocorrendo em relação ao CFO.

Boa noite, Leandro!

Você consegue me passar o link deste texto a que se refere (Lenin Pires)? Procurei, mas não achei nada sobre o assunto.

Vlw

Quem tem medo da segurança pública?

Lenin Pires
Professor do Depto de Segurança Pública

Os oficiais da Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro estão animados pela ideia de se equipararem aos delegados de polícia civil e auferirem ganhos salariais significativos. Motivados por essa possibilidade levaram o comando da PMERJ a aprovar como requisito para ingresso na carreira de oficial da corporação o bacharelado em Direito. A exemplo do que ocorre com os delegados da polícia judiciária. A estratégia - xamânicas para não dizer ingênua - é que isso possibilite argumentar que por ter formações análogas de nível superior, ambos são "autoridades policiais". O argumento é "simpático": por poderem dialogar no mesmo "juridiquês", isso pode levá-los a fazerem parte das chamadas carreiras jurídicas. E com isso, claro, auferir os ganhos salariais equivalentes. Uma estratégia que apela para a conjunção dos astros e, claro, à necessidade de se combinar com os russos.

Recentemente, em uma audiência para tratar de assuntos de interesse da universidade com o governador do estado Luiz Fernando Pezão, o professor Roberto Kant e eu indagamos à guisa de curiosidade sobre o que significava a decisão de só poder adentrar a carreira de oficial aqueles que fossem bacharéis em direito. O governador se mostrou surpreso. Disse desconhecer tal decisão e motivação. Na mesma hora ligou para o secretário de segurança pública, Roberto Sá, solicitando que essa questão fosse novamente discutida com o Comandante da Polícia Militar, Wolney Dias. Foi a senha para que no dia seguinte a "segurança pública da UFF" fosse bombardeada por oficiais da PM nas redes. Com direito a um abaixo-assinado em "apoio" ao Comandante-Geral da Polícia Militar por ter tomado a decisão de estabelecer uma reserva de mercado de oficiais da PM para bacharéis em Direito. Decisão que exclui, por exemplo, os praças que buscaram se qualificar pelo Curso de Tecnólogo em Segurança Pública. Sobre estes últimos, uma representação de oficiais diz terem sido induzidos a sonhar por parte da universidade e que, portanto, teriam optado por aquele curso e não pela Curso de Formação de Oficiais.

Em benefício de uma melhor consideração dos fatos, é preciso resgatar que há três anos foi a própria Policia Militar, em associação com a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro (SESEG), que demandou tal curso para a qualificação de seus praças. Da mesma forma, foi o Estado Maior da mesma PMERJ que anunciou que aqueles profissionais, uma vez tendo concluído o curso de tecnólogo, poderiam concorrer ao processo seletivo para oficiais, assim como outros graduados. A decisão de restringir apenas a bacharéis em Dirito significa marcha atrás em uma política pública anunciada anteriormente. Não por acaso nossa curiosidade e, pelo menos nos pareceu, o constrangimento do governador.
Independente das motivações em torno dessa controvérsia há um aspecto que eu quero sublinhar e que me inquieta há muito tempo: a meu ver, esta se trata de mais uma situação na qual se tenta demonizar a "segurança pública" pensada a partir da lógica disciplinar universitária. Neste ponto se faz necessário resgatar outros episódios para melhor refletir sobre estas e outras manifestações.

Em maio de 2016 a Faculdade de Direito da UFF decidiu em seu colegiado expulsar os cursos de bacharelado e tecnólogo em segurança pública, alegando entre outras coisas não haver "sinergia" entre tais projetos e o tradicional curso de Direito. Seriam como água e óleo num mesmo recipiente. Não seriam eles parte da comunidade de "russos" com a qual os oficiais das policiais militares, havidos pelo reconhecimento enquanto autoridades judiciárias, deveriam combinar seus movimentos? Fica a dica.

Por outro lado, ao tomar a decisão de dar as costas para a segurança pública, a Faculdade de Direito se somou ao Instituto de Ciências Humanas e Filosofia da UFF que em 2008 sequer permitiu que o curso de bacharelado em segurança pública fosse criado. O que só foi possível acontecer, mutatis mutandis, dois anos mais tarde por intermédio da própria Faculdade de Direito. É óbvio que havia um interesse nisso tudo. Qual seja, dispor de projetos que fortalecessem suas estratégias para participar do Programa REUNI. O que logrou forte êxito, haja vista a contratação de vários professores para aquele curso e a outorga de um novo prédio para o desenvolvimento de suas atividades. Em outras palavras, a "segurança pública" parece ser, quando não indesejada, algo que se utiliza e joga fora.

Há aspectos muito mais sérios envolvendo a atitude dos oficiais da PM, conforme mencionei no início desse texto. Elementos de ordem estrutural não só da Polícia Militar, mas também da sociedade fluminense. Questões como preconceito étnico, racial, regional, de classe, entre muitos outros. Contudo, num plano mais particular, penso que ele se configura, ainda que de forma não intencional, enquanto um novo ataque ao projeto de Segurança Pública da UFF. Neste caso, com as matrizes militar e jurídica imbricadas e com as armas voltadas para desencorajar a tentativa de se pensar a segurança pública a partir de outros moldes. Neste movimento, se atribui o erro a quem trabalha com base numa projeção institucional de metas visando encorajar "anacronismos" como as ideias de mérito, mobilidade social e diálogo multidisciplinar com a sociedade. Como será o desfecho de mais esse emocionante capítulo envolvendo a "segurança pública da UFF" não dá para saber. Mas penso que é necessário que a instituição universitária tome conhecimento e, tanto quanto possível, se posicione. Será?

O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), Aloysio Neves, determinou, nesta quinta-feira, a suspensão do concurso público da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, que seria realizado no próximo domingo. A decisão foi tomada após a denúncia da Associação dos Delegados de Polícia do Rio de Janeiro (Adepol/RJ) encaminhada ao Tribunal. De acordo com a denúncia, a seleção dos novos policiais tinha caráter restritivo, por exigir que os candidatos apresentassem diploma de curso superior em Direito. Além disso, a Polícia Militar não enviou o edital do concurso para análise prévia do TCE-RJ, como exige a legislação.

A PMRJ deverá enviar o edital para análise do Tribunal, assim como as justificativas para a exigência do curso superior em Direito, para que sejam realizadas as correções e definida nova data para realização do concurso.

A medida cautelar está baseada em relatório da Secretaria Geral de Controle Externo do TCE-RJ, que lembra que o estatuto dos policiais militares do Estado do Rio faculta a todos os brasileiros natos o direito de ingresso na corporação, sem previsão legal para que se exija dos candidatos comprovação de conclusão em curso superior. Destaca também que o concurso em questão é para seleção de quadros de oficiais e não de oficiais técnicos (médicos, dentistas, veterinários), estes sim, exigindo habilidades próprias definidas por lei.

— Com esta medida, pretendemos corrigir o edital para evitar prejuízo às pessoas que não puderam se inscrever. Se o edital tivesse sido enviado para análise prévia ao Tribunal, a PM teria recebido a devida orientação e este problema não estaria acontecendo agora, em vésperas de realização do concurso — explicou o presidente do TCE-RJ, Aloysio Neves.

A Assessoria de Imprensa informa que a PMERJ não foi notificada, até o momento.



Leia mais: http://extra.globo.com/emprego/concursos/tce-suspende-concurso-da-p...

http://extra.globo.com/emprego/concursos/tce-suspende-concurso-da-p...

sacanagem a prova para oficial da PM ter limite de idade :( , fiquei de fora.

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